Segunda-feira

POLÍTICA DE COMENTÁRIOS

Eu abri os comentários. Significa que qualquer um, mesmo sem conta no Disqus, pode comentar. Sendo assim, achei pertinente registrar a “política de comentários”, baseada no Apartment Therapy, que a final é a bíblia e a cartilha dos blogs de decoração e design.

4 regras para comentários:
1. Seja honesto e justo, mas sem nunca esquecer de ser elegante e educado.
2. Não faça ataques gratuitos.
3. Procure ler o post inteiro, antes de comentar.
4. Não utilize o comentário meramente para promover o seu próprio site, produto ou empresa.

Estas regras são simples, facilmente compreensíveis. Comentários e comentaristas que não seguirem estas regras serão deletados e bloqueados do site, sem aviso.

Compartilhe outro ponto de vista sobre o tema e seja produtivo. Mencione algo que você gostou da casa ou do produto em discussão. Se não gostar, diga por que, educadamente, e ofereça uma alternativa útil. Se você tem algo semelhante ou fez uma escolha semelhante em sua casa, informe-nos sobre isso e se possível compartilhe um link.

O de(coeur)ação tem a pretensão de ajudar as pessoas a tornarem sua casa mais bonita, saudável, e organizada, dentro do espírito do hedonismo solidário. Acreditamos que a elegância e a cortesia são elementos-chave de uma bela casa e, portanto, elementos importantes desta conversa. Muitas pessoas têm aberto suas próprias casas, para que possamos aprender e ser inspiradas, e as nossas regras para comentários e discussões levam em consideração essa partilha. Conto com a sua compreensão, de(coeur)ação.

Domingo

PAREDE MISTURADA


Pra quem, como eu, adora o tudoaomesmotempoagora. Fonte: LivingEtc

Sexta-feira

PAREDES DE FAMÍLIA


Tá, não é uma casa, é uma exposição. Mas é uma exposição de família, da família Le Gun e anyway, é lindo. E sim, minha casa tá caminhando pra isso.

Quinta-feira

COZINHA DE BRINCAR


Esse mês, na Pais&Filhos, escrevi sobre cozinhas de brincar. E eu, aquela coisa, pra escolher 1 foto vejo 200. E peço autorização. E espero a autorização chegar. Então muita coisa ficou de fora. Tipo essa da foto. Feita pelo pai. Linda, não? Mais fotos dela aqui. E outra, com instruções e tudo pra fazer igual (em inglês), na Mamma Americana. E tem uma vermelha que eu babo... Ai!

Mais cozinhas de brinquedo na edição de julho da Pais&Filhos. :-)

Quarta-feira

ZANINE CALDAS - PARTE IV


Arquiteto, sem ter cursado faculdade nenhuma, mas com uma experiência inigualável, Zanine nunca aterrou ou alterou solos para construiu uma casa. Uma sala, por exemplo, poderia conter uma rocha imensa que fazia parte da topografia local. Uma árvore centenária por vezes atravessa uma varanda. "No final, é a paisagem que conta... A casa deve estar ligada com tudo aquilo que se encontra ao redor dela, nem deformar, nem violentar. Deve-se parecer como se ela existisse desde sempre." Dizia Zanine em Guimarães Rosa mode on, não? Não à toa Tom Jobim dizia que o melhor lugar do mundo para se morar era uma casa de Zanine.

Ele achava que somente a madeira poderia resolver a penúria de habitação no Brasil. De todos os materiais primários é aquele que demanda menos energia para sua utilização, adaptando-se maravilhosamente à mão de obra pouco especializada local. Ademais, o ferro, o aço, o concreto, o vidro e outros materiais dependem de uma tecnologia maior. (Matéria prima disponível, barata, e de fácil execução, lembram?) Dizia: “Aprendi que a madeira tem duas vidas. A primeira, como árvore, a segunda, como mesa e cadeira, cama e armário, assoalho e vassoura, gamela e colher de pau, casa e curral, berço e caixão.”

Li que “Compreende-se assim este ar radicalmente indígena que se extrai de seus projetos.” Não acho que é só isso. Se suas obras tinham ar indígena é porque não se dissocia um homem de seu imaginário. E pra quem nasceu em Belmonte a tribo está logo ali. Dentro. Da memória.

Construiu uma casa na Joatinga com sobras de madeira que ele conseguia de graça nas construções do Rio. Assim, evitava ter de derrubar novas árvores da Mata Atlântica. Muito íngreme, o lugar antes era evitado pelos arquitetos. "Aquilo era uma pirambeira brabíssima", disse Zanine.

Mas é preciso conhecer o mundo para entender a aldeia em que se nasceu. E Zanine viajou muito. "Ele é o homem mais culto que conheci, não o mais erudito. Ele sabe como o pescador dá nó na rede, como o lenhador corta a árvore, como o índio come. Ele andou e fuçou por todos os lugares. Rodou a Ásia e a África, foi ao Togo, a Daomé, foi ver de onde vieram os negros brasileiros. Dormiu enrolado em lençol, numa praia da Mauritânia, conversou com as pessoas. E ele entende tudo. Outras pessoas vão para esses lugares e não entendem nada", conta o arquiteto Ricardo Caruana, amigo e discípulo.

Discípulos também são os filhos de Zanine, que seguiram o caminho que o pai abriu. (Leia mais sobre o trabalho dos filhos aqui.) Discípulo também é Hugo França. Mas esse é um assunto para outro post. Que esta série já acabou.

E agora, você concorda comigo que quando Zanine morreu, ele não era nada pobre?

P.S.: Hoje a região de Belmonte e Nova Viçosa foi tomada por plantações de eucaliptos, da fábrica de papel Veracel / Aracruz Celulose. Quase não há mata nativa e não sei como ninguém fala em desastre ecológico. Com o golpe militar de 1964 Zanine perdeu o cargo de professor da UnB, tendo sido reintegrado apenas em 1987, mas nunca voltou a dar aulas. Este texto é um patchwork de referências da internet misturadas com a minha memória e meu modo de ver. Esta casa da foto é da Yvone, que me contou nos comentários que sua pousada era um projeto de Zanine.

Fontes: Wikipedia, Museu do Objeto Brasileiro, Istoé, Itaú Cultural, Estadão, Correio Brasiliense, e meu baú de memórias.

DOCE PROS OLHOS


Eye candy é uma expressão fácil de traduzir, mas mais fácil ainda de se traduzir de uma maneira brega. É um doce pros olhos, um colírio. Verde forte é minha cor favorita, então qualquer mistura que dose bem essa cor é um eye candy pra mim.

Essa casa é um eye candy pra mim.

Terça-feira

ZANINE CALDAS - PARTE III

Nesse post peço desculpas pela profusão de datas. Mas o homem era um dínamo, e se eu não datar parece que embaralha tudo. Mas de todo modo, se quiser, ignore as datas, que eu mesmo não ligo muito para efemérides.

Daí que a fábrica de móveis era um sucesso. Mas Zanine queria aprender mais, e foi trabalhar como assistente do arquiteto Alcides da Rocha Miranda na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAU/USP (1950-1952). Ao mesmo tempo, dá-lhe projetos paisagísticos em Sampa, até se mudar para Brasília, onde toma coragem e constrói sua primeira casa (1958), e coordena a construção de outras.

Com o incêndio da Móveis Artísticos Z (1961) veio o convite de Darcy Ribeiro para dar aulas de maquete na UnB em Brasília.

Bem, peraí: Zanine não tinha diploma, não tinha freqüentado os bancos de uma universidade como aluno. E se metia a construir casas e, mais ainda, a dar aulas? Como se atrevia? Fez-se a polêmica. E de novo, Zanine foi fazer móveis, mas não antes de voltar pra casa, lembrando que casa é o lugar que a gente escolhe pra viver.

Nos anos 70, ele se mudou pra Nova Viçosa. Que não fica longe de Belmonte, e é onde morava (mora ainda, mãe?) também o Krajcberg. E, se nos anos 50 seus móveis são desenhados segundo a lógica industrial, nos anos 70, passaram a ser esculpidos artesanalmente, em completa oposição à racionalidade dos móveis da Z.


Só quero – tal qual professora de cursinho – lembrar o que eu disse até agora de sua obra? Lembra? O seu material de trabalho é disponível, barato e de fácil execução, pois o que não faltava naquela região é madeira. Mas agora não precisa mais ser leve, porque sair dali, do santuário que escolheu pra morar, é o que menos importava.

Honoris causa

Em 1989, o museu do Louvre, em Paris, abrigou uma exposição sua. Mostra atípica para os padrões do museu, as maquetes, os móveis e as fotos de casas de Zanine foram expostos por 40 dias e receberam mais visitas que as obras de Picasso exibidas na sala ao lado. De lá, Zanine voltou com a medalha de prata do Colégio de Arquitetos da França, a mais alta representação da classe. No mesmo período, deu aulas na escola de arquitetura de Grenoble.

E então, só depois do reconhecimento gringo é que veio o reconhecimento em Pindorama: pelo domínio da técnica e materiais Zanine acabou sendo reconhecido como arquiteto honoris causa. Em 1991, Lúcio Costa entregou-lhe o diploma.

Morreu de enfarto em 2001, aos 82 anos, sem casa própria e tendo a pensão da Universidade de Brasília como único meio de sobrevivência. Pobre? Não penso assim.

P.S.: Essa namoradeira da foto custa hoje uns 15mil. Dólares. E sim, ainda falta mais um pouquinho pra eu terminar. Não falei direito sobre suas casas.

SELBY, DE NOVO


Conta pra mim, vai, que tava com saudade do Selby, que eu te conto que acho que nenhuma casa é tão bela quanto a vista pelos olhos dele.

Segunda-feira

VERDE E ROSA


Umas poucas casinhas dos pescadores são agora um hotel. Mas as cores são todas e muitas.

(Eu tava vendo as fotos da Casa Cor São Paulo, e pensando por que raios se chama Casa Cor.)

ZANINE CALDAS - PARTE II


Então, onde estávamos mesmo? Ah, sim. Zanine e sua oficina de maquetes. Era de se pensar que quem construía as melhores maquetes da época, gostaria também de ver suas maquetes transformadas em edifícios de verdade. Mas Zanine não havia cursado arquitetura, e foi, nesse primeiro momento, pela opção possível: móveis.

Móveis Artísticos Z. Fundada em dezembro de 1948 por Sebastião Pontes, José Zanine Caldas e Paulo Mello, em São José dos Campos, a "Zanine, Pontes e Cia. Ltda", ficou mais conhecida como Móveis Artísticos Z. O alvo principal era classe média, crescente na década de 50. O desenho dos móveis era assinado por Zanine. As peças eram leves, de formas modernistas, com materiais coloridos, tudo aliado a uma relação custo-benefício bastante acessível, na filosofia do bom e barato. Sua primeira coleção de móveis utilizava apenas a técnica de recorte de compensado de madeira. Isto mesmo, você leu certo: compensado.


(Lembra? O compensado é leve, disponível, barato.)

A fábrica foi destruída por um incêndio em janeiro de 1961, mas nos anos que operou, marcou a história do design brasileiro. Mas por que os móveis de Zanine foram tão importantes?

Porque quebraram o paradigma do que poderia ou não ser usado para fabricar móveis. E porque tornaram o belo design modernista acessível (naquela época).

O que é nobre? O material, o design ou o que o design pode fazer com o material, ou seja, o resultado?

Outro dia uma moça me perguntou se compensado era proibido. Bem, um móvel de compensado feito por Zanine alcança cotações estratosféricas hoje. Por conta do valor agregado, claro. Mas também porque são lindas e atemporais. E lembremos que foram feitos na década de 60, então o compensado - o material barato e julgado como proibido para móveis bacanas - não é tão pouco durável assim.

Não, não. Compensado não é proibido. É uma questão de avaliar a aplicação, a durabilidade e o resultado que se deseja. Compensado é mais barato, mais leve, e menos agressivo ao meio ambiente. Se alguém te disser o contrário, evoque Zanine.

É, não acabei. O assunto continua depois.

Sexta-feira

ZANINE CALDAS - PARTE I

José Zanine Caldas foi paisagista, maquetista, escultor, moveleiro, arquiteto, e professor. Não nessa ordem. Nasceu em Belmonte*, na Bahia, em 1919.

Há que se entender o homem para se entender a obra. Eu acredito assim, e é assim que vou tentar contar a obra de Zanine, do meu ponto de vista.

Eu fui a Belmonte* quando era criança. Os índios caiapós davam muita pinta por ali, com aldeia bem perto da cidade (5km? Sei que era uma distância que dava pra ir a pé). Lembro de muitas ‘ilhas’ fechadas de Mata Atlântica, e a madeira abundante explicava as cercas das fazendas, feitas inteirinhas de madeira negra de piche com pontas pintadas de branco. A estrada de chão deixava o cabelo duro e empoeirado na chegada. O povo simples, as casas baixas. Acho que Belmonte era pequena demais para ter hospital. Simples demais para ter uma fábrica de móveis. Quando chovia, como muitas outras cidades do interior de Minas e do sul da Bahia, ficava isolada. E Salvador, a capital, fica longe, muito longe, na outra ponta do estado gigante.

Isso nos anos 80, agora imagine esse cenário anos antes, década de 30, época da infância de Zanine?

Filho de um médico, aos 13 anos começou a fazer presépios de Natal para os vizinhos, usando caixas de seringa do pai, feitas de papelão. Mas vamos combinar? Madeira ali não faltava. Mas as caixas eram leves, o material estava disponível, era de fácil execução, e o custo era zero. A necessidade técnica mínima. Por que não?

Mais tarde, teve aulas de desenho com um professor particular e, aos 18 anos, foi para São Paulo, trabalhar como desenhista numa construtora. Saiu de lá em 41, para abrir um escritório de maquetes no Rio de Janeiro.


Da oficina de Zanine saíam os protótipos de projetos assinados por Lúcio Costa, Bratke e Oscar Niemeyer. Acompanhava atento as discussões e os questionamentos que normalmente surgem no momento em que um projeto é visto pela primeira vez em três dimensões.

*Continua amanhã. Veja fotos de Belmonte aqui e aqui.

P.S.: Quando eu era criança, meu avô dizia que Belmonte era povoada pelos índios botocudos. Tudo invencionisse, mas quando lembro de Belmonte, é isso que me vem na cabeça, índios botocudos.

Quinta-feira

MEIAS DE CADEIRA


E já que a gente tá falando de bolso de parede, por que não meias pra cadeiras? "Praqueisso?", alguém diria. Bem, é como um protetor de feltro, daqueles pra proteger o chão, mas oversized. É uma frescurinha.

Outro dia tava rolando uma conversa no Twitter, com as meninas do Superziper, sobre casaco de ovo, poncho pra banana, boné pra pera, sobretudo de chaleira. Por que as pessoas perguntam a serventia. E a gente diz: tem serventia melhor pra qualquer coisa do que fazer a gente sorrir? E eu bem lembro que todas as vassouras da minha avó tinham protetor no cabo, de crochê, com frutinhas e outras coloriduras.

Meias pra cadeira Cris & Ruby.

JARDIM NO BOLSO

Quando venho com o fubá, alguém já tá com o bolo pronto. Duvida?


A Wooly Pocket comercializa bolsos de parede para plantar. São feitos de feltro e de uma barreira pra umidade, ambos produzidos a partir de garrafas PET recicladas. Assim: feltro por fora e por dentro uma proteção de material impermeável, pra que o solo e a umidade não estraguem a parte externa do bolso.

Quarta-feira

OS BOLSOS DAS PAREDES


Já que o UtenSilo custa uma baba (880 contos), a Ikea e seu Asker, nem tem no Brasil, fico com os amores possíveis.


O cinza é gringo, mas uma boa artesã consegue reproduzir. O bolso único também (também gringo/também de reprodução possível).


Mas quando o Google falta, os leitores salvam, e a Renata Paraíso me mostrou a solução dela: usou vasinhos pintados, de alumínio, que dá pra achar em qualquer lugar. Todos os vasos foram furados e parafusados em uma placa de MDF de 15mm. No detalhe, as arruelas e os parafusos usados.

Outros bolsos de parede, aqui. Outros posts sobre organização aqui.

Segunda-feira

ALMOFADAS GEEK


Não gosto desse negócio de rótulos não. De dizer "eu sou geek" e talecousa. Essas almofadas tão aqui porque são bonitinhas e divertidas. Então eu super teria em casa. A do RSS Feed é daqui, e é de feltro, não muito difícil de reproduzir. O trio CTRL+ALT+DEL é silk e não me lembro mais de onte veio.

Update: O trio CTRL+ALT+DEL vem daqui. Informação da Bia. Que selecionou um monte de almofadas geek.

Domingo

CONCRETO ESCHER


Ah, o concreto e suas milhões de possibilidades! Agora dá até pra pisar numa obra de Escher, Ou o concreto da esquerda não te remete à obra da direita?

Veja outros posts sobre possibilidades incríveis do concreto >aqui<.

Via AT. Produzidos pela Gecko Stone.

Sexta-feira

CINZA ALEGRE



Essa moça tá nem aí pra regra de paredes claras em ambientes pequenos (na verdade nem tão pequeno assim). Mas o piso na mesma cor da parede ajuda bastante pra que o ambiente não fique estranho. E vamos combinar que cinza fica lindo com rosa e amarelo, né não?

Se quiser ver mais fotos do apartamento da Gemma Ahren, é por aqui.

Quinta-feira

TASCHEN

A tia Wiki me contou que a editora de livros de arte Taschen ajudou a difundir a arte marginal publicando livros com obras de artistas menos conhecidos, ao mesmo tempo que publicava a arte dos medalhões. O objetivo declarado da empresa tem sido a de publicar livros belos a preços populares.

Quando eu tava de férias em Londres, costumava ir para o cinema do bairro a pé. No caminho tinha essa livraria com montes de livros da Taschen baratinhos, coisa de 8 dinheiros. (Comprei alguns, dei de presente, e um tempo depois vi que daquela leva não sobrou nenhum.)

No Brasil o preço dos livros da Taschen parece uma piada sem graça nenhuma. Design do séc. XX, comprei num sebo em Ouro Preto, pra dar de presente pra marido - uma legítima bola de boliche*, por R$100,00. Preste atenção: num sebo. Há 5 anos. Cem reais.

Mas sabe? A internet é de fato a informação em seu estado mais democrático. E a Taschen deixa a gente ver o livro inteirinho, passando página e tudo.


E agora tô aqui sem saber se gosto mais dos interiores das casas da Argentina,


ou dos interiores das casas de Paris. (Tem a casa do Christian Louboutin)

*Lembra dos Flintstones? Era aniversário da Wilma, e Fred, um viciado em boliche, precisava comprar um presente pra ela. Desenho vai, desenho vem, e ele pá. Comprou uma bola de boliche.

Quarta-feira

EVOLUÇÃO DA SALA DE JANTAR





Antes a mesa era verde. Enjoou? Pinta-se de branco. Então as cadeiras diferentes não era mais o que a Jasna, dona desse Flickr, queria, e dá-lhe cadeiras iguais. Que acabaram por não agradar, e é ótimo ver que não sou só eu que mudo uma coisa ou outra o tempo todo.

As fotos estão em ordem e a última é a mais recente. Lindo, né? E é uma delícia brincar de descobrir o que mudou, meio jogo dos 7 erros. Via AT.